PSICÓLOGA CLÍNICA · SÃO LUÍS, MA
A sua dor é real.
Mesmo quando os exames dizem que está tudo normal.
Psicóloga clínica com mais de 20 anos de prática hospitalar, especializada em adoecimento psicossomático e dor emocional associada a sintomas físicos. Atendimento presencial em São Luís.
Resposta em até 24 horas · CRP-MA 22/03056

Você já fez tudo o que disseram para fazer.
Procurou médicos. Fez exames. Repetiu exames. Tomou os remédios que prescreveram. Mudou hábitos — alimentação, sono, exercício. Tentou descansar mais, trabalhar menos. E a dor continua aí. Às vezes mais branda, às vezes voltando com força no pior momento.
Talvez você tenha começado a sentir que ninguém leva mais a sério o que você descreve. Que cada novo consultório repete os mesmos exames com a mesma cara de quem já sabe a resposta — sem ter a resposta.
Talvez você mesma tenha começado a duvidar do que sente.
Não está na sua cabeça. Está acontecendo no seu corpo. E há uma forma de investigar a origem que poucos profissionais conhecem com a profundidade necessária.
COMPREENDENDO O QUADRO
O sofrimento físico nem sempre começa no corpo.
A medicina convencional é excelente para tratar doenças com causa orgânica identificável. Mas existe uma faixa de sofrimento — silenciosa, subdiagnosticada, profundamente real — em que o corpo manifesta o que a mente ainda não conseguiu processar.
Não se trata de doença imaginária. Trata-se de um fenômeno clínico reconhecido pela literatura médica e psicológica há décadas: a somatização. Quando o sistema emocional é submetido a sobrecarga contínua — luto não elaborado, estresse prolongado, ansiedade crônica, traumas não processados — ele encontra no corpo um canal de expressão.
Tensões musculares persistentes. Enxaquecas que não respondem a tratamento. Distúrbios gastrointestinais sem alteração estrutural. Fibromialgia. Fadiga crônica. Dores migratórias. Sintomas de conversão.
Todos podem ter uma raiz emocional que nenhum exame de imagem vai mostrar — e que apenas um trabalho clínico profundo é capaz de identificar e tratar.
SOBRE A PROFISSIONAL
A escuta clínica que se forma no hospital.
Sou Regina Fonseca, psicóloga clínica com mais de duas décadas de prática — boa parte dela construída em ambiente hospitalar, onde o sofrimento humano se manifesta com a maior intensidade possível.
O hospital me ensinou a observar a relação entre corpo e psique com uma profundidade que dificilmente se desenvolve apenas em consultório. Acompanhei pacientes em diagnósticos difíceis, em processos de adoecimento prolongado, em situações em que a dor física era atravessada por camadas emocionais complexas que precisavam ser nomeadas e tratadas.
Hoje, levo essa escuta para o atendimento clínico privado — para pessoas que vivem com dor crônica, adoecimento sem causa identificada ou sintomas físicos que resistem a tratamento convencional.
Atuo com base em psicologia analítica, uma abordagem que busca compreender o sofrimento em sua origem e em seu significado, e não apenas no controle de sintomas. É um trabalho clínico, investigativo, individualizado. Não trabalho com receitas prontas porque não existem receitas prontas para esse tipo de sofrimento.
CRP-MA 22/03056

ÁREAS DE ATUAÇÃO
Sintomas e condições com que trabalho.
Manifestações em que a relação entre corpo e emoção é central no curso clínico.
Dor crônica e tensão muscular
Quando o sistema nervoso é mantido em estado de alerta por períodos prolongados, o corpo desenvolve padrões de contração e dor que persistem mesmo sem causa estrutural.
Enxaquecas e cefaleias tensionais
Dores de cabeça que resistem a tratamento medicamentoso ou que retornam ciclicamente costumam carregar componente emocional importante.
Distúrbios gastrointestinais funcionais
O sistema digestivo é altamente sensível ao estado emocional. Gastrite, refluxo, síndrome do intestino irritável e disfunções sem causa estrutural.
Fibromialgia
Quadro complexo em que fatores emocionais alteram o funcionamento do sistema nervoso, amplificando a percepção da dor física.
Transtornos conversivos
Manifestações em que conflitos emocionais profundos se traduzem em sintomas físicos severos sem causa neurológica identificável.
Fadiga crônica e esgotamento
O estado de exaustão persistente que não melhora com descanso costuma ter raiz emocional. Identificar o que está sendo carregado em silêncio é o primeiro passo.
O PROCESSO
Um processo investigativo, não um conjunto de receitas.
O tratamento se desenvolve em etapas conectadas. Cada uma tem propósito clínico definido, e o avanço entre elas acontece no ritmo de cada paciente.
Avaliação inicial
Na primeira sessão, escuto sua história — sintomas, trajetória médica, contexto de vida, padrões emocionais que se repetem. O objetivo é começar a desenhar uma compreensão clínica individualizada do que está acontecendo. Você sai desse encontro com mais clareza do que tinha ao chegar.
Sessões terapêuticas
A partir do segundo encontro, começa o trabalho clínico propriamente dito: identificar padrões, compreender raízes emocionais, ressignificar conteúdos internos e desenvolver novas formas de lidar com o que adoecia. Cada sessão tem direção e propósito — não é tempo solto de conversa.
Reorganização e autonomia
Com o tempo, o paciente desenvolve uma compreensão sobre si mesmo que diminui a frequência e a intensidade dos sintomas — e, igualmente importante, reduz a dependência da própria terapia. O objetivo final do tratamento é a sua autonomia, não a sua permanência indefinida no consultório.
A ABORDAGEM
Investigar a origem, não silenciar o sintoma.
Trabalho com psicologia analítica — uma abordagem que pressupõe que sintomas carregam significado. Não são apenas problemas a serem eliminados, são sinais a serem compreendidos.
Na prática, isso muda o curso da terapia. Em vez de ensinar técnicas para administrar o sintoma, investigamos o que ele veio comunicar. Para pacientes com sofrimento crônico, essa diferença costuma ser decisiva.
RELATOS DE PACIENTES
Vivências em diferentes momentos do processo.
Publicados com consentimento. Nomes mantidos parcialmente reservados.
Procurei a Regina depois de cinco anos consultando diferentes especialistas por causa de dores que ninguém conseguia explicar. Pela primeira vez senti que estava sendo ouvida com seriedade. Hoje, oito meses depois, minha vida é diferente — não só a dor, mas a forma como entendo o que aconteceu comigo.
Ana C., 47 anos Em tratamento há 8 meses
Convivia com enxaquecas há mais de uma década. Tinha tomado todos os medicamentos possíveis. O trabalho com a Regina trouxe à tona questões que eu não imaginava estarem ligadas à dor — e a frequência das crises caiu drasticamente.
Marcela B., 39 anos Em tratamento há 1 ano e 4 meses
Resposta em até 24 horas CRP-MA 22/03056
DÚVIDAS FREQUENTES
Antes de agendar.
01. Eu nunca fiz terapia. Preciso me preparar de alguma forma?
Não. Basta agendar a avaliação inicial. Na primeira sessão, escuto sua história, entendo o que está acontecendo e explico como podemos seguir. Você não precisa preparar nada com antecedência — apenas chegar disposta a conversar.
02. Quanto tempo dura o tratamento em média?
Não existe uma resposta única — o ritmo depende de cada caso. De forma geral, trabalhos com sintomas crônicos demandam continuidade ao longo de meses para que os resultados sejam consistentes. Após a avaliação inicial, conversamos sobre a frequência e o horizonte de tratamento adequados para você.
03. Em quanto tempo começo a sentir resultado?
Muitos pacientes relatam mudanças perceptíveis nas primeiras semanas — geralmente alívio emocional, mais clareza, melhor qualidade de sono. A redução de sintomas físicos costuma se desenvolver de forma gradual, à medida que o trabalho ganha profundidade. Não trabalho com promessas de prazo: trabalho com processo clínico.
04. Como funciona a primeira sessão?
A primeira sessão é uma avaliação inicial. Tem cerca de uma hora e funciona como ponto de partida: você conta o que está vivendo, eu faço perguntas para entender o quadro com profundidade, e juntas começamos a esboçar uma compreensão clínica do que pode estar acontecendo. Não há compromisso de continuidade — mesmo que você decida não seguir, sai dessa sessão com mais clareza.
05. Você trabalha com convênios?
Não. O atendimento é particular. Posso emitir recibo para reembolso junto ao seu plano de saúde, conforme as regras da sua operadora.
06. Vou ter que falar de assuntos dolorosos da minha história?
O processo terapêutico envolve, sim, olhar para conteúdos emocionais relevantes — mas isso acontece de forma cuidadosa, no seu ritmo, e sempre com sustentação clínica. Nenhum tema é abordado de forma invasiva ou prematura. A condução é minha responsabilidade.
07. O atendimento é apenas presencial?
O atendimento é prioritariamente presencial, em consultório em São Luís. O trabalho clínico com sintomas psicossomáticos se beneficia significativamente da presença — a leitura corporal sutil faz parte do processo. Casos específicos podem ser conversados na avaliação inicial.
08. Como faço para agendar?
O agendamento pode ser feito diretamente pelo WhatsApp ou pelo formulário desta página. Você recebe retorno em até 24 horas com os horários disponíveis para a avaliação inicial.
PRÓXIMO PASSO
Se você chegou até aqui, talvez seja o momento.
A avaliação inicial é uma conversa de cerca de uma hora — sem compromisso de continuidade. Mesmo que você decida não seguir com o tratamento, vai sair dela com mais compreensão sobre o que está acontecendo com você.
Atendimento presencial em São Luís, MA.
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